quinta-feira, 1 de maio de 2014

Lembranças de uma mãe, muito presente.



Wanderley Farias
Mãe.
Como eu gostaria de lhe ter ao meu lado, agora e sempre. Cobrando, me ajudando com seus conselhos, que na maioria das vezes, eu não os seguia, e, até me aborrecia.
Alguns, não os seguia por pura teimosia ou talvez por não entendê-los. Hoje eu reconheço e perdi a ocasião de lhe dizer. Talvez, não. Não disse mesmo. Quando criança, mais tarde quando já adulto, até reclamava das suas ponderações. Agora eu vejo como eram justas, sensatas. Como me arrependo, talvez tivesse evitado muitas cabeçadas. Muitas decisões precipitadas, que podiam e deviam ser evitadas.
Porque nós os homens, não conseguimos pensar como uma mulher mãe. Simplesmente porque somos homens, mas e as filhas, mulheres também, agem do mesmo modo. Digo isto lembrando que os filhos em geral, só quando chegam a uma certa idade, ganhando experiência pode compreendê-las, entendê-las e, às vezes, na maioria das vezes, nem aí conseguem enxergar com os olhos de uma verdadeira mãe.
Digo isto porque gostaria de que minha mãe pudesse, onde ela estiver, soubesse de como me arrependo-me de não ter-lhe ouvido. Hoje tenho convicção de que ela não estava sempre certa, mas poucas vezes errou nos conselhos, mas seu objetivo era de sempre acertar, mas eu partia para fazer o que estava errado, para até mesmo ferir. Ledo engano, o prejudicado fui eu.
Homens e filhos em geral o que fazer com uma mulher mãe, especialmente a aquela que nos possibilitou à vida.
Amá-la e venerá-la sempre.
Talvez ainda seja pouco.  

Nenhum comentário:

Postar um comentário